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domingo, 21 de janeiro de 2018

PORQUE LULA FOI O MELHOR PRESIDENTE BRASILEIRO.

Para que o Brasil se desenvolva como Nação e desperte o gigante adormecido ou o COLOSSO DO SUL como bem argumentou Noam Chomsky, é preciso apenas que se deixe esse gigante desenvolver-se, pois nós temos nesse país continental, o único que ainda não é uma grande potência, todos os ingredientes para nos transformar-mos em uma grande potência mundial. 


Temos uma numerosa população em torno de 200 milhões de pessoas, o que nos permite um grande mercado consumidor, temos uma mão de obra técnica de boa qualidade e disposição, temos um parque industrial ávido por desenvolver-se e pesquisar e progredir, uma importante indústria do petróleo, reservas de todo o tipo de comodities, água doce em abundancia, minérios em abundância, um clima favorável, sem grandes cataclismas, terras imensas e generosas para uma imensa agricultura, potenciais turísticos inigualáveis, 95% das reservas de Nióbio ue é um minério essencial, ou seja, o Brasil tem as condições ideais que tornaram os Estados Unidos a maior potência mundial. Na verdade segundo Leonel Brizola, o Brasil tem 22% a mais de riquezas que os Estados Unidos. O PIB americano supera o da União Européia.

Então o sucesso do governo Lula se deu exatamente porque buscou implementar esse potencial, criando as condições para que o país utilizasse esse potencial. Promovendo renda, promovendo pesquisa, promovendo a indústria, os Estaleiros, promovendo pesquisa no âmbito da Petrobras

Entretanto de olho nesse imenso potencial, os interesses internacionais, particularmente os Estados Unidos mas também países Europeus, buscam transformar o Brasil em uma espécie de curral. Um país subdesenvolvido que lhes entregaria de graça as comódities, (Minérios, alimentos, o nióbio, o ouro, etc...) com mão de obra super barata para que pudesse ser explorada, como ocorre em países como China, Malásia e outros que por terem mão de obra próximo da escravidão tem disponibilizados em seu território as fábricas que não podem ser instaladas em países como Estados Unidos ou Alemanha por causa do preço da mão de obra nesses países.

Um metal raro no mundo, mas abundante no Brasil, considerado fundamental para a indústria de alta tecnologia e cuja demanda tem aumentado nos últimos anos, tem sido objeto de controvérsia e de uma série de suspeitas e informações desencontradas que se multiplicam na internet – alimentando teorias conspiratórias e mitos sobre a dimensão da sua importância para a economia mundial e do seu potencial para elevar o Produto Interno Bruto (PIB) do país.
Trata-se do nióbio, elemento químico usado como liga na produção de aços especiais e um dos metais mais resistentes à corrosão e a temperaturas extremas. Quando adicionado na proporção de gramas por tonelada de aço, confere maior tenacidade e leveza. O nióbio é atualmente empregado em automóveis, turbinas de avião, gasodutos, em tomógrafos de ressonância magnética, na indústria aeroespacial, bélica e nuclear, além de outras inúmeras aplicações como lentes óticas, lâmpadas de alta intensidade, bens eletrônicos e até piercings.

O objetivo do Socialismo de Lula é transformar o Brasil em um país como uma Europa, desenvolvida, com tecnologia, pesquisa, ensino, universidades, escolas técnicas e desenvolvimento, o que vai na contra mão dos interesses Americanos que detestam com certeza a sigla BRIC que é a sigla dos países emergentes do mundo. BRASIL, RUSSIA INDIA e CHINA, e agora Africa do Sul.

COMPARAÇÃO ENTRE O GOVERNO FHC E O GOVERNO LULA NO CENÁRIO INTERNACIONAL.



O Governo do ex-presidente Lula notabilizou-se pelos avanços sociais, possibilitando às camadas mais pobres da população, significativas melhorias em renda e em condições de vida.






Melhoria do IDH (ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO) no Brasil.




Considerando a extrema pobreza (o valor para uma família consumir o mínimo de calorias necessárias para o seu membro), a queda é igualmente impressionante: 11,3% em 2003 e 5,8% em2009. Ainda de acordo com dados oficiais, o crescimento da renda dos pobres entre 2001 e 2009 foi significativamente maior do que o dos ricos: os primeiros 10% do espectro de distribuição experimentaram, em média, um aumento de 7,2% ao ano, enquanto que para os 10% mais ricos esta taxa foi de 1,4% (10). 

Em termos de capacidade de consumo, esta transformação significa a ascensão de 25 milhões de pessoas da classe “D” para “C”– que no final do governo Lula representava 50% da população, ou cerca de 100 milhões de brasileiros.

Essas transformações não são resultantes de um único fator ou política. É justo considerar que o inicial conservadorismo econômico do governo Lula foi sendo gradualmente substituído, especialmente em uma dimensão estrutural, por uma concepção diferente sobre o papel do Estado, o tamanho e a importância dos bancos públicos e outras empresas estatais, por mecanismos de planejamento central, revalorização do investimento público etc.


Mesmo mantendo-se muito ortodoxa na gestão macroeconômica, a condução geral da economia foi transitando em direção a uma nova versão do “desenvolvimentismo”, no qual os novos elementos foram o foco na estabilidade macroeconômica e, especialmente, a crescente importância dada aos aspectos sociais do desenvolvimento. Todos estes e os próximos números citados ao longo do texto, quando não explicitamente mencionado, têm como fonte o IBGE.

Esta foi a base para o slogan oficial considerando o Brasil um “país de classe media”. Para as ideias a respeito da emergência de uma “nova classe média”, ver, por exemplo, Neri , M. op. cit. 

Em termos sociológicos, estatísticos e mesmo econômicos, não parece se tratar de um conceito muito rigoroso – mas certamente este não é o espaço adequado para tal discussão especificamente, à ampliação do mercado consumidor.

Esta visão, com variados graus de sofisticação e público-alvo, está presente em várias manifestações (artigos, entrevistas etc.) de economistas renomados como Edmar Bacha, Samuel Pessoa, Marcos Lisboa, entre outros, em coletâneas de trabalhos como Giambiagi , F.; Porto , C. (orgs.). Propostas para o governo 2015-2018. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. Ou em obras como a de VILLA, M. A. Década perdida: dez anos de PT no poder. São Paulo: Record. Infelizmente não há espaço para uma discussão 266 Rev. Inst. Estud. Bras., São Paulo, n. 58, p. 263-288, jun. 2014


Professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (IEUnicamp), André M. Biancarelli
Edmar Lisboa Bacha é um economista brasileiro. Participou da equipe econômica que instituiu o Plano Real, durante o governo Itamar Franco


sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

O MUNDO ESTÁ APOIANDO LULA.

DEPUTADOS NORTE AMERICANOS DIVULGAM CARTA DE APOIO A LULA.


Um grupo de deputados americanos do partido Democrata vai divulgar nesta sexta-feira (19) uma carta denunciando as "violações flagrantes" do direito do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a um processo justo e a "campanha de perseguição judicial de motivação política".


Quando o naturalista inglês Charles Darwin observou os seres vivos e entre eles percebeu nexos e continuidades, combinando as idéias de evolução e de seleção natural, o mundo nunca mais foi o mesmo, porque nossa compreensão acerca da vida mudou. 

Do lingüista e pensador americano Avram Noam Chomsky se pode dizer o mesmo. Autor de mais de 70 livros traduzidos para mais de dez línguas, Chomsky também revolucionou sua área científica, a exemplo de Darwin.

Chomsky mudou o objeto de estudo da lingüística. Como tinha acontecido um século antes no domínio da natureza bruta, também na ciência da linguagem pouca gente tinha ousado alguma teoria unificadora. Chomsky o fez.

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Artistas e Intelectuais reunem-se no Rio de Janeiro em ato de apoio a LULA.



LULA discursa para uma platéia de artistas e intelectuais que embevecidos assistem sua retórica, e dá uma aula de conhecimento e história.




Artistas e intelectuais reunem-se em São Paulo em apoio a LULA.






TASSIA CAMARGO ALERTA SOBRE AS REAIS INTEÇÕES DA DIREITA FASCISTA E DIVULGA O AMINUS CURIAE.





O QUE É AMINUS CURIAE?



amicus curiae, expressão latina que significa “amigo da corte” ou “amigo do tribunal”, é a pessoa ou entidade estranha à causa, que vem auxiliar o tribunal, provocada ou voluntariamente, oferecendo esclarecimentos sobre questões essenciais ao processo. Deve demonstrar interesse na causa, em virtude da relevância da matéria e de sua representatividade quanto à questão discutida, requerendo ao tribunal permissão para ingressar no feito.


O objetivo dessa figura processual é proteger direitos sociais lato sensu, sustentando teses fáticas ou jurídicas em defesa de interesses públicos ou privados, que serão reflexamente atingidos com o desfecho do processo.


De acordo com a lição de Elisabetta Silvestri [1] sobre o tema, a origem do amicus curiae estaria no direito penal inglês da época medieval. Esse sujeito tinha papel meramente informativo no processo, trazendo à Corte matérias de fato desconhecidas. Tratava-se um sujeito imparcial e desinteressado, e a discricionariedade do juiz em aceitá-lo, assemelhava-se, de certa forma, ao atual poder instrutório do juiz.


Posteriormente, o direito norte-americano importou do direito inglês essa figura processual, e implantou-a no ambiente do common law, onde o instituto virou símbolo de referência. O amicus curiae hoje é frequentemente (utilizado) no cotidiano dos tribunais americanos, havendo circunstâncias de mais de uma centena de amici num mesmo processo.


Por fim, pode-se afirmar que o direito brasileiro “importou” também o amicus curiae do sistema norte-americano, e várias leis passaram a regular essa figura em diversas situações. A título de ilustração:


art. 7º, § 2º, da Lei 9.868/99, que regula a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) e a Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) no processo de controle de constitucionalidade;


art. 14, § 7º, da Lei 10.259/2001 (Lei dos Juizados Especiais Federais), no que concerne ao incidente de uniformização de Jurisprudência;


art. 3º, § 2º, da Lei 11.417/2006, que trata da edição, revisão e cancelamento das súmulas vinculantes do Supremo Tribunal Federal.


Todavia, além de serem leis específicas, tratam todas elas de processos com caráter objetivo, demonstrando que não há, por enquanto, nenhuma regulamentação ampla do amicus curiae no ordenamento jurídico brasileiro.


No CPC projetado, há previsão expressa da figura do amicus curiae, algo revolucionário no direito brasileiro, que somente a previa em legislações específicas. O art. 138 do novo CPC tem a seguinte redação:


Art. 138. O juiz ou o relator, considerando a relevância da matéria, a especificidade do tema objeto da demanda ou a repercussão social da controvérsia, poderá, por decisão irrecorrível, de ofício ou a requerimento das partes ou de quem pretenda manifestar-se, solicitar ou admitir a manifestação de pessoa natural ou jurídica, órgão ou entidade especializada, com representatividade adequada, no prazo de quinze dias da sua intimação.
  • 1º A intervenção de que trata o caput não implica alteração de competência nem autoriza a interposição de recursos, ressalvadas a oposição de embargos de declaração e a hipótese do § 3º.
  • 2º Caberá ao juiz ou relator, na decisão que solicitar ou admitir a intervenção, definir os poderes do amicus curiae.
  • 3º O amicus curiae pode recorrer da decisão que julgar o incidente de resolução de demandas repetitivas.
Verifica-se, de pronto, uma substancial modificação, que aproxima o direito brasileiro do direito italiano, possibilitando a intervenção do amicus curiae já em primeiro grau, em qualquer tipo de processo, não apenas naqueles de caráter objetivo.


Além disso, o diploma processual também deixa claro que a intervenção pode se dar de ofício ou a requerimento da parte, dinâmica essa que já era autorizada pelo STF ao se utilizar dessa figura processual.


Outra novidade é a especificação dos sujeitos passíveis de ingressar no processo como amigo da corte. Diferentemente do modelo atual, que não esclarece quem pode requerer a admissão, o texto projetado dispõe que podem pleitear o ingresso a “pessoa natural ou jurídica, órgão ou entidade especializada”. Nesse ponto, a norma ainda faz uma ressalva, afirmando que deve haver “representatividade adequada”[2] dos sujeitos legitimados. Em outras palavras, tal representatividade é entendida como uma qualidade do sujeito aferida pela capacidade de defender de forma eficiente os interesses em jogo da sociedade ou do grupo específico que ele representa.


O novo CPC, ainda, acolheu entendimento jurisprudencial pacificado do STF, afirmando que a intervenção do amicus curiae não autoriza a interposição de recursos, ressalvados os embargos declaratórios. De outra banda, trouxe uma hipótese nova, ao regulamentar que, da decisão que julgar o incidente de resolução de demandas repetitivas, cabe recurso pelo amicus curiae.


Por fim, a novel legislação processual trouxe norma intrigante, que possibilita ao juiz ou relator, na decisão que solicitar ou admitir a intervenção, definir os poderes do amigo da corte.


Expostas as principais características do amicus curiae no novo CPC, cabem algumas observações sobre alguns aspectos inseridos pelo Código projetado.
No direito italiano, a título de ilustração, a admissão da intervenção do amicus curiae no processo segue a mesma linha de fundamento do direito francês. O art. 68 do Código de Processo Civil italiano [3] atribui ao magistrado a liberdade para valer-se de auxiliares para a realização de seu convencimento. O dispositivo é genérico, e não há referência a um rol de figuras as quais o juiz pode valer-se, o que acaba por legitimar a figura do amicus curiae, entre os “outros auxiliares”, como denomina a lei. Tampouco há na lei italiana restrição ao grau de jurisdição ou tipo de processo no qual é admitido o ingresso do amigo da corte.


O novo CPC aproxima o direito brasileiro do direito italiano, possibilitando a intervenção do amicus curiae já em primeiro grau, em qualquer tipo de processo, não apenas naqueles de caráter objetivo.


Jorge Amaury Maia Nunes [4] há tempos afirmava que “o amicus curiae deve ser admitido, inclusive, nos processos subjetivos, pois se vale o exemplo do direito comparado, respeitadas as notórias diferenças entre os sistemas de civil e common law, não custa lembrar que, na origem, o amicus curiae atuava justamente nos processos individuais, de parte”.


Há que se atentar, contudo, para o problema disposto no § 2º do art. 138 do CPC projetado, que possibilita ao juiz ou relator, na decisão que solicitar ou admitir a intervenção, definir os poderes do amigo da corte.


Ora, se o art. 138 já trouxe regulamentação ampla para as hipóteses de cabimento, definindo que o amicus curiae pode se manifestar no processo, e ainda que não pode recorrer (exceto opor embargos declaratórios e recorrer da decisão que julgar o incidente de resolução de demandas repetitivas), o que mais poderia o juiz deliberar acerca da sua participação? Pode o magistrado determinar que o amigo da corte produza provas, participe de audiências, e se manifeste oralmente durante tais audiências? Parece que sim.


Ademais, manifestação por escrito é certo que o amicus curiae pode, e de outro lado, recorrer é certo que ele não pode e parte é certo que ele não é. O que sobrou? Somente, a meu ver, os poderes acima citados.


Veja-se que o amicus curiae está regulamentado no título do novo CPC referente à intervenção de terceiros. E, para todas as demais intervenções, não há diferenciação de tratamento, de acordo com a vontade do juiz. De outra banda, para o amigo da corte há. Certamente essa subjetividade judicial no tratamento trará descompassos inexplicáveis, possibilitando, por exemplo, que em determinado processo um amicus curiae participe da audiência, enquanto em outro não, tudo a depender da boa vontade do juiz.
Talvez fosse muito melhor que o CPC tivesse disciplinado todos os poderes do amigo da corte, sem discricionariedade judicial, para que não houvesse uma insegurança daquele que pede o ingresso, nem uma diferença de tratamento dessa figura, de processo para processo.


Outro ponto interessante na disciplina dessa figura é a delimitação de que qualquer sujeito, incluindo aí pessoa física [5], que pretenda ingressar no processo nessa qualidade, deve demonstrar a “representatividade adequada”. Nesse ponto, andou bem o projeto, impedindo que se banalize o amicus curiae, a ponto de qualquer pessoa poder ingressar nos processos judiciais. Por meio da “representatividade adequada”, o juiz avaliará se aquele sujeito, de fato, tem capacidade de defender de forma eficiente os interesses em jogo da sociedade ou de um grupo específico.


No tocante aos poderes do amigo da corte, sobretudo os recursais, chama a atenção a desarmonia na redação do artigo 138, que imagino seja corrigida quando da sanção presidencial. Tanto o § 1º quanto o § 3º do mesmo artigo tratam de recursos que podem ser interpostos pelo amicus, não havendo explicação lógica para que isso conste em dois parágrafos distintos e intercalados, ainda mais com remissão de um parágrafo a outro. Nesse ponto, houve absoluta falta de técnica legislativa.


Essa desarmonia foi, inclusive, observada pelo Senador Vital do Rêgo, no seu parecer final, ao afirmar que “é de todo recomendável que, ao ser feita a ressalva sobre a possibilidade de recurso a ser interposto pelo amicus curiae, que também haja menção ao outro caso tratado no mesmo artigo”.


Por fim, vale aplaudir a inserção da figura do amicus curiae no projeto do novo CPC, ressaltando que essa possibilidade decorre do princípio do pluralismo jurídico, desenvolvido por Peter Haberle, em que se defende a participação, no meio jurídico, das potências públicas, grupos sociais e cidadãos que, direta ou indiretamente, sofram os efeitos da prerrogativa exercida pelos intérpretes lídimos na letra da lei [6].


* Advogado da União. Mestrando em Direito Público pela UNB. Professor de Processo Civil. Conselheiro da OAB-DF. Co-autor do livro “Direito Processual Civil – Série Advocacia Pública”

















segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

HOJE É O PRIMEIRO DIA DO RESTO DE NOSSAS VIDAS. O SEGREDO PARA SUA FELICIDADE.



Prezados amigos.É preciso que entendamos que Deus existe, pois se 
  • Vivemos em um planeta que nos oferece todas as condições para vivermos, tendo plantas que nos dão os remédios, flores que nos embelezam a visão. 
  • Oxigênio na proporção certa para que possamos respirar e assim alimentar as nossas células. 
  • O sol na proporção e quantidade certa de radiação para que possamos ter luz e calor com segurança, banhando nossa pele e nos proporcionando a fabricação de vitamina D3 para nos proteger entre outras coisas do câncer, estimulando a nossa defesa orgânica.
  • Posição estratégica dentro de um sistema de planetas onde encontramos proteção contra os corpos que a todo momento poderiam chocar-se com a terra inviabilizando a vida, proteção essa proporcionada pelo planeta Júpiter que atrai para si os corpos celestes que adentram o nosso sistema solar .
  • Equilíbrio proporcionado pela lua que impede as bruscas oscilações da terra proporcionando-nos estabilidade frente as marés e os cataclismos naturais.

Enfim são tantas as evidências de que o nosso planeta foi habilmente planejado, e que tal soma de coisas não poderia ser por acaso, que considero a descrença em Deus uma falta de inteligência ou de cultura, contrariando o emérito professor Leandro Karnal, já que o próprio Einstein concluiu pela observação científica que Deus existe.


Obviamente se Deus existe, estamos aqui no planeta Terra com alguma finalidade específica. Encontrar a razão de estarmos aqui é fundamental para a nossa felicidade, pois a felicidade está atrelada a realização dessa finalidade. A frustração dessa finalidade ao contrário nos torna infelizes. Fomos colocados aqui para realizar esse objetivo específico.
Por essa razão a crença de que estamos aqui em um grande parque de diversão e que devemos "APROVEITAR" enquanto pudermos é uma crença enganosa. Não fomos colocados na terra, tivemos pais que tem essa missão de nos criar e educar para simplesmente desfrutar. Não aqui não é um parque de diversões. Aqui não é o paraíso como diz o Dr. Lair Ribeiro. Basta que olhemos em volta e veremos que todos tem problemas, sejam ricos ou pobres, e a nossa passagem por essa vida é temporária para todos. Tão breve como um sonho do qual se pode acordar a qualquer momento.


Mas então V.S. que lê essas linhas há de me perguntar. Qual é então essa finalidade? Para que fui colocado aqui na terra? Nessa vida, com essa família que como toda família sempre tem algum tipo de problema, nesse país, nesse corpo, nessa realidade que para uns é melhor, para outros é pior, chegando mesmo a ser trágica em certas circunstâncias, e eu poderia entrar em uma série imensa de considerações, citar alguns sábios do passado e do presente, entrar em considerações religiosas, etc... mas vou ser breve e rápido. V.S. está aqui no planeta terra para AMAR, e tudo a sua volta contribui para te ensinar a AMAR. Como você ainda não sabe AMAR como deveria está sendo ensinado e educado para aprender essa verdade. AMAR não é uma tarefa simples como pode parecer a primeira vista. Compreende três tipos de amores básicos. AMAR a DEUS, AMAR ao PRÓXIMO e AMAR a SI MESMO. 


Amar a Deus é intrínseco, pois você é filho dele e ele te ama independente de como você seja. E essa é sua segurança. Portanto se você se afasta do amor dele, ele te respeita e não vai te obrigar, mas a partir dai está aberta a porta para uma das principais características do afastamento de Deus. A falta de paz. E quem não tem paz, não tem nada. Independentemente disso ele sabe que você vai voltar para ele mais cedo ou mais tarde e quando voltar ele te espera de braços abertos, para te acolher e para te proteger. Ele mora dentro de você e te conhece profundamente. Tem contados todos os fios de cabelo de sua cabeça. Portanto você pode desconhecer essa verdade, mas você ama a Deus inconscientemente.


Amar ao próximo é um grande aprendizado que a maioria não aprendeu ainda, mas isso é natural. Somos colocados em famílias para aprender a amar dentro das nossas famílias, mas depois teremos que aprender a amar toda a humanidade. Alguns de nossos contemporâneos ou não já conseguiram essa iluminação. Falo de Madre Tereza de Calcutá que dedicou sua vida a cuidar de doentes do fogo selvagem. Irmã Dulce, Francisco de Assis, Budha, entre outros. Essas pessoas não tiveram famílias, pois consideravam a humanidade a sua grande família, mas o maior de todos os exemplos sem dúvida foi Jesus. Jesus desceu das glórias celestiais que era o paraíso, para sofrer, ser humilhado, açoitado, esbofeteado, crucificado e moído, vindo a entregar o seu espírito aos 33 anos por absoluto amor a todos nós. 


O contrário nos afasta de Deus e da finalidade da nossa vida. Por exemplo. Eu me peguei cometendo uma infração. Atarantado com a quantidade de mal que a atual política no Brasil está fazendo a população, me peguei com certa satisfação quando li no jornal nas primeiras horas de 2018 que o atual presidente do Brasil estava com infecção urinária. Imediatamente percebi que esse sentimento era negativo, pois me afastava do amor. Pedi perdão e imediatamente pedi que o Presidente fosse cercado pela assistência dos benfeitores espirituais, já que também é filho de Deus e que lhe fosse esclarecido para que percebesse o mal que faz ao país e assim possa se redimir a seu benefício. 


Não podemos nos permitir odiar, porque esse sentimento é inverso do amor e portanto destrutivo. Ele nos leva a adoecer e a falta de paz. Podemos errar como eu errei, mas podemos consertar sempre. Para isso estamos aqui. Para aprender.


Amar a si próprio é igualmente importante. Mas não é tão simples. Tudo que se faz contra si é falta de amor a si. Portanto se você sabe que precisa fazer exercícios e não faz por comodismo, está faltando com o amor a si próprio. Se você sabe que a ingestão de drogas, bebidas alcoólicas ou cigarros, são nocivos a sua saúde e mesmo assim tem essas práticas, não está fazendo o esforço devido em benefício de si mesmo. 


Se você faz um curso, se você progride, está se amando. Se você se acomoda e fica na ociosidade desperdiçando o seu tempo breve de vida, está se colocando em dívida.


Todos nós somos imperfeitos e portanto estamos aprendendo, e portanto temos o direito de errar, mas temos o dever de aprender. Para aprender existem três caminhos. Aprender com os ensinamentos que nos são disponibilizados, aprender com a observação das ações dos outros ou aprender com os nossos próprios erros. Dentre essas três opções, a primeira é a mais sábia. Ensinamentos nos são disponibilizados e estão ai para nos ensinar como proceder. Se aprendemos assim, não teremos o ônus de ter que sofrer para aprender. 


Aprender com a observação do que acontece com os outros também é inteligente. Eu não preciso fumar para saber que fumar faz mal, mas posso observar a consequência nos outros sem ter que passar pelo sofrimento causado por essa prática. Já o aprender com os próprios erros é pouco inteligente, já que tudo o que se faz tem consequências. É o que diz o velho ditado. "CADA UM COLHE AQUILO QUE PLANTAR". Portanto se você planta amor irá colher amor. Se planta coisas negativas irá colher a consequência daquilo que plantou.


As opções são suas. Feliz 2018.

SOMOS TODOS CHAPECOENSES